Sobre mim (e o meu contato)

Meu nome é Míriam Martinho, sou carioca de nascimento, paulistana de formação e coração, canceriana, cavalo no horóscopo chinês, budista, com um currículo acadêmico muito variado que inclui estudos de música (piano, violão), artes plásticas (FAAP), tradução (Associação Alumni) e Letras (USP).

Trabalhei como tradutora alguns anos e como ativista de vários movimentos sociais (em particular de direitos humanos e saúde) desde 1979 até 2009, quando passei a atuar apenas na internet. Em ativismo, organizei grupos e eventos dos mais variados, como reuniões, oficinas, debates, palestras e encontros. Participei também de eventos de militância pelos direitos humanos no Brasil e no exterior. Como jornalista, editei várias publicações (revistas, boletins, cartilhas e folhetos) igualmente sobre direitos humanos e saúde da mulher. A partir de 2004, passei também a editar páginas na Web, incluindo este blog (desde meados de 2008), onde falo dos temas que mais me incitam e sensibilizam.

Em termos de política institucional, sou uma pessoa de centro à esquerda, entre social-democrata e social-liberal, mais para esta última perspectiva. Em termos de política ideal, sou libertária, no sentido contracultural do termo, e apoio iniciativas que empoderem a população para que se organize autonomamente por seus interesses em vez de depender exclusivamente do estado. Sou também moralmente libertária, ou seja, defendo a autonomia dos indivíduos, sobre seus corpos e suas vidas, contra quaisquer instituições que queiram restringi-la com base em supostos princípios religiosos ou dogmas políticos (digam-se de esquerda ou direita). Creio que a democracia constitucional tem suas limitações, mas é o que de melhor, ou de menos ruim, a humanidade já criou para gerenciar a humanidade. Garanti-la, em primeiro lugar, é condição sine qua non para que se possa inclusive pensar outras formas libertárias de substituí-la.

No Brasil já há um bom tempo, vivemos um embate polarizado entre os que se dizem de direita e de esquerda, apesar do anacronismo dessa divisão, com excessos de ambos os lados atravancando o surgimento de um Brasil mais moderno e mais inclusivo. Pessoalmente, nunca vi sabedoria nos extremos e trabalho para transcendê-los em mim mesma e em tudo que faço, como neste blog. Só posso garantir, com absoluta segurança, que não sou nem conservadora nem socialista. No mais, entre a esquerda e a direita, quero ser livre para pensar.

Para entrar em contato, acesse o e-mail:
miriam.martinho@contraocorodoscontentes.com.br

Compartilhe

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites